CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS
Mostrando postagens com marcador medo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador medo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Medo das mudanças



Eu tenho medo de altura. Nada que me faça muito mal. Às vezes passo sobre uma ponte e sinto minhas pernas pesarem, sinto uma tontura. Parece um pouco com a sensação de levar um soco no estômago, mas sem a dor. É isto.

O medo de altura nunca me impediu de passar por pontes ou de subir escadas, muros, telhados, árvores, postes etc. Às vezes eu penso que sou meio louco. Sinto todo aquele desconforto, e o corpo me diz pra desistir, mas eu enfrento o medo e subo.

Mas por que eu estou falando sobre isso? Deixe-me ver… Lembrei! É porque há outras situações nas quais eu experimento o mesmo sentimento provocado pelo medo de altura.

Se estou falando com uma pessoa ao telefone e ela desliga sem dizer nem “Tchau!” ou se eu digo algo e a pessoa não entende e fica muito chateada, estas coisas eu experimento com o mesmo desconforto de ter subido a uma altura vertiginosa. É estranho, mas é isso que ocorre.

Se alguém diz algo que seja capaz de me ofender ou se me sinto ameaçado por algo, vem aquela sensação de estar num avião, prestes a pular e sem saber se o paraquedas realmente vai funcionar. As mudanças bruscas no curso dos fatos me fazem sentir assim, como se eu estivesse à beira de um precipício e não houvesse como voltar.

Mas o que me levou a pensar sobre tudo isso hoje… agora… neste exato momento?

Sei lá… Acho que foi a necessidade de entender porque eu ainda não me acostumei com o fato de a vida ser essa corrente imensa, na qual cada elo pode significar uma mudança absurda, e não há como chegar à outra ponta dela sem ter passado elo a elo. É isto.


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O Salto



Eu queria saber, sei lá... entender o que se passa na minha mente; mas tudo parece tão confuso e imprevisível...
A gente pode tentar sair dessa, fazer uma "atualização geral", colocar as coisas no lugar, ter a caixola organizada...
Só ouço esse zumbido infernal, tudo é turvo e há uma sensação estranha de "não pode ser!"; será que estou preso em um pesadêlo...?
É... chegou a minha vez. Vou pular, nem sei no que vai dar; mas se cheguei até aqui, não tenho porque voltar.
Estou no ar. Tudo o que ouço agora é o som do vento, que passa apressado. Em queda livre, sigo em direção ao solo, mas ainda estou distante.
Agora estou na altura certa, hora do segundo passo... Feito! É só esperar para tocar no solo e acabar com esse sofrimento.
Aterrissagem perfeita! Foi demais, para um cara que tem medo de altura e salta de pára-quedas pela primeira vez.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Meus versos



Meus versos são...
Rabiscos dos meus amores,
Garranchos das minhas paixões,
Vislumbres dos meus medos
E das minhas ilusões,
Produto das minhas dores.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Mudanças



O homem que não tinha medo do escuro
Sentiu medo de se apaixonar,
De se machucar,
De não superar.

Apaixonou-se,
Machucou-se,
Mas superou.

Agora ele tem medo do escuro,
Da solidão,
Porém não tem mais medo de se apaixonar.

Contribua

pensador.info

deviantART

Parceiros

Divulgue!

create your own banner at mybannermaker.com!

Copie este código para exibir meu banner no seu site:

Livros que estou lendo...