O engenho do meu peito
Mói um sentimento torto;
Há um cheiro de desgosto,
De amor e aperreio.
Tudo o que eu mais anseio
É me ver sorrir de novo,
E não ser nenhum estorvo
Para o bem-querer alheio.
Abro as portas do engenho
E desligo o maquinário;
E se vão os sentimentos
E eu sofro um desmaio.
Quando acordo novamente
O engenho está ligado;
E concluo finalmente:
Não se vive, minha gente,
Sem amar ou ser amado.
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sábado, 9 de maio de 2009
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O engenho
Perdido por
Isaac Marinho
às
18:24
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Marcadores: amor, engenho, poemas, poemas amor, sentimento
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