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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Redivivos



Às vezes o passado é tão presente e o distante está tão perto. É o que sentimos no almoço na casa da avó, no pão doce com cajuína (ou tubaína ou simba, alguns dirão “pastel com dindim” – eu mesmo poderia dizer), no abraço dos amigos, nas crianças jogando bolinha de gude ou “futebol de travinha”, ou rodando pião (sim, isso ainda existe aqui e ali). Estamos todo o tempo e o tempo inteiro perto de quem fomos e do que tivemos. Não só isso. 
Às vezes, mas só às vezes mesmo, somos capazes de nos ver nos outros, de sentir que no sorriso do flanelinha mirim há um pedaço da infância da gente, de constatar que na cantoria do menino do pandeiro no ônibus há um “eu cantando no chuveiro”. Bobagem? 
Se não fosse só “às vezes”, veríamos que, de fato, somos o passado, o presente e o futuro uns dos outros.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Saudoso



Amor, deixe essa porta aberta 
Deixe-me ver tua sombra 
Curar essa solidão 
Amor, cante ao tomar seu banho 
Deixe seu canto mavioso 
Lavar o meu coração 
Amor, deixe seu cheiro no quarto 
Quando calçar seus sapatos 
E finalmente partir 
Amor, só não me deixe esperando 
Tão logo termine o dia 
Volte depressa pra mim.


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