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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Medo das mudanças



Eu tenho medo de altura. Nada que me faça muito mal. Às vezes passo sobre uma ponte e sinto minhas pernas pesarem, sinto uma tontura. Parece um pouco com a sensação de levar um soco no estômago, mas sem a dor. É isto.

O medo de altura nunca me impediu de passar por pontes ou de subir escadas, muros, telhados, árvores, postes etc. Às vezes eu penso que sou meio louco. Sinto todo aquele desconforto, e o corpo me diz pra desistir, mas eu enfrento o medo e subo.

Mas por que eu estou falando sobre isso? Deixe-me ver… Lembrei! É porque há outras situações nas quais eu experimento o mesmo sentimento provocado pelo medo de altura.

Se estou falando com uma pessoa ao telefone e ela desliga sem dizer nem “Tchau!” ou se eu digo algo e a pessoa não entende e fica muito chateada, estas coisas eu experimento com o mesmo desconforto de ter subido a uma altura vertiginosa. É estranho, mas é isso que ocorre.

Se alguém diz algo que seja capaz de me ofender ou se me sinto ameaçado por algo, vem aquela sensação de estar num avião, prestes a pular e sem saber se o paraquedas realmente vai funcionar. As mudanças bruscas no curso dos fatos me fazem sentir assim, como se eu estivesse à beira de um precipício e não houvesse como voltar.

Mas o que me levou a pensar sobre tudo isso hoje… agora… neste exato momento?

Sei lá… Acho que foi a necessidade de entender porque eu ainda não me acostumei com o fato de a vida ser essa corrente imensa, na qual cada elo pode significar uma mudança absurda, e não há como chegar à outra ponta dela sem ter passado elo a elo. É isto.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Do resto ao rosto



Comprou um sorriso, 
Mas não lhe servia; 
Trocar não podia, 
Jogou-o no lixo.

Alguém que não ria 
Passou pelo lixo; 
Pra sua alegria 
Achou um sorriso.


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dor em Preto e Branco



A dor  
É da cor 
Do agredido 
Ou do agressor


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mentira



“Você não me faz falta!” 
“Eu nem sinto saudades!” 
Digo isso em voz alta, 
Na mais seca maldade. 
Mas a mão da verdade 
Interrompe o meu grito… 
Em negar o que sinto, 
A verdade é que eu minto.


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