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Mostrando postagens com marcador poemas amor. Mostrar todas as postagens
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sábado, 27 de setembro de 2014

Me aguente



Copiar o amor dos poemas dos outros;
Seria tão pouco, pra não dizer nada.
Imitar cada gesto duma cena de amor;
Eu não sou bom ator, imagine a piada.

Me fazer Pierrot, de você, Colombina;
Carnaval não me anima, você deve saber.
Nem em cavalo branco chegarei montado;
Mas não chego atrasado, você sabe o porquê.

Tenho minhas manias e tiques e taques;
Talvez eu tenha TOC, mas que mal isso tem.
Se amar é o que vale, isso pode ser feito;
Só que tenho meu jeito, não imito ninguém.

Sei que estou te amando, é verdade, não minto;
Eu sei bem o que sinto, mas te custa entender
Que com tudo o que tenho em meu juízo pouco,
Meu amor é tão louco quanto eu posso ser.

Acredite ou não, esse amor é sincero;
Nada em troca eu espero, tudo bem se der ruim.
Mas se todo esse amor não é suficiente,
Meu amor, me aguente, não desista de mim.


sábado, 26 de julho de 2014

matrimonium



Espero repleto de amor, 
Da cor de seus cabelos, 
Que a espera não cause mais dor 
E atenda aos meus apelos; 
Que vida reserve a nós dois, 
Além do alpendre e depois: 
A cumplicidade do laço, 
A serenidade dos barcos, 
E a felicidade de um dia de sol.


sexta-feira, 29 de março de 2013

Incendiário



Olhos de fogo 
Fitam a fonte 
Do amor que arde, 
Do ardor que invade 
E incendeia 
E incinera 
O peito, 
A vida 
E tudo mais.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Retrospecto



O amor chegou ontem 
E consigo alguma alegria. 
Se não toda, quase muita; 
Que a melancolia aguda 
É difícil de ser suplantada. 
Mas por pouco, quase nada, 
Inda reside em mim a tristeza, 
De incertezas adornada; 
A contê-la, só o amor ajuda. 
Se a vida É de todo gratuita, 
Lucro mesmo na pouca alegria, 
Que o amor chegou ontem.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Até logo



Triste é ter o amor distante, 
Inda que por pouco tempo. 
Dói querer e a cada instante 
Não ter um abraço ou beijo. 
Dói no peito, dói demais. 
Nem na morte haverá paz, 
Que ela é separação. 
E essa dor, só a união 
Com o nosso amor desfaz.


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Amor a gosto



O nosso amor é o caos, 
É um desajuste total. 
Às vezes tende ao bem, 
Às vezes pende pra o mal.

O querer bem de nós dois, 
É tão difícil dizer, 
É um amor de dar gosto 
Que quer virar mal querer.

Se o coração quer assim 
E a gente segue a viver, 
Não há por que querer mais.

Se teu olhar é pra mim, 
O meu é só de você. 
Isso é o que chamo de paz.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Missing you



Vez por outra eu sinto 
O gosto do teu beijo. 
Sinto teu cheiro, 
Sinto saudades.

 

-- 
Ontem, via SMS, para minha menininha.



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Concerto



Enquanto toca a orquestra, 
As mãos se encontram e se tocam, 
Os corpos chegam-se um ao outro 
E os olhares se provocam; 
Sussurros fazem-se audíveis, 
Sorrisos ganham brilho e forma. 
Ao som de músicas sublimes, 
O amor nos enche e transborda.


domingo, 15 de abril de 2012

Eu onírico



Me aninho e me consolo 
Na textura do teu solo. 
Na verdura do teu mato 
Me estendo e te abraço. 
No teu rio meus banhos tomo; 
O teu ser selvagem domo… 
Nos meus sonhos, 
Nos meus sonhos.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Réalisant



Vivendo a agonia 
De ter a cada dia 
Desfeita a utopia de amar alguém, 
Deixei de ser tão crente 
No amor que ilude a gente; 
Tentei seguir sozinho ao lado de ninguém.

Eu não imaginava 
Que beijos davam asas, 
Que as cores eram todas feitas de você. 
Eu nem me dava conta 
Que a vida estava pronta 
Pra me fazer feliz bem junto de você.


--

Dedicado à minha doce Jéssica.

P.S.: Agora eu percebo, minha menininha, que somos um do outro...


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Na dela



E ela, 
Na dela, 
Desenha um sorriso gostoso 
Na tela que é o meu rosto. 
E eu, bobo, 
Na dela.


--

Dedicado à menininha, Jéssica Karoline.

domingo, 18 de março de 2012

Versos



De verso em quando 
Me declaro e me exponho. 
A quem eu amo 
Digo tudo o que sinto. 
Diversos versos 
Dos poemas que componho 
Falam de sonhos 
De amor, de desatinos. 
Um universo 
Em cada verso eu escondo. 
Um nome chamo, 
Um beijo peço, e espero. 
Nos versos ando, 
Neles sempre me encontro. 
Tenho nos versos 
O amor que eu mais quero.


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Entenda



Há coisas que escrevo 
Duas linhas ou dois versos; 
Então deixo por fazer, entende? 
Há dias que começo 
Mal dormido e mal desperto; 
Então deixo por viver, entende? 
Há sonhos que esqueço, 
Sejam bons ou pesadelos; 
Então deixo por reter, entende? 
Há noites que, coberto, 
Me reviro e olho o teto; 
Só pensando em você, entende?


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Chiara



Clara é a tua fala,
 Tua pele e tua alma.
 Claros são os teus cabelos
 E os teus olhos, quais espelhos.
 Clara, a vida fica clara,
 Refletida em teu olhar.
 Tu és clara, toda clara;
 Não há como não te amar.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Amor de mochileiro



Levo na mochila 
Um amor adormecido. 
Ele só cochila 
Até ser interrompido 
Por abraços ou olhares, 
Cafunés de querer bem. 
Se acorda, se entrega, 
Esse amor que é de ninguém.


quinta-feira, 23 de junho de 2011

No que penso



Penso no amor, 
No brilho do seu sorriso 
E no calor 
Dos abraços que pedimos 
Um ao outro, sem o peso  
De querer não querer mais; 
Sem a dúvida ou certeza 
De saber o que é amar; 
Sem o medo do abismo 
Que existe em se entregar 
Sem saber o que é preciso, 
Além de querer amar.


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Alice



Foi você quem disse 
Que me amar foi uma burrice; 
Eu só concordei 
Pra não te ofender. 
Só você insiste 
Em negar o que ainda existe; 
E eu não me oporei 
Por não ver porquê. 
E essa esquisitice 
De querer que a gente brigue; 
Ignorarei, 
Por amar você. 
Se você se visse 
Emburrada assim, Alice, 
Ia entender 
O meu bem querer.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mentira



“Você não me faz falta!” 
“Eu nem sinto saudades!” 
Digo isso em voz alta, 
Na mais seca maldade. 
Mas a mão da verdade 
Interrompe o meu grito… 
Em negar o que sinto, 
A verdade é que eu minto.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O canto da sereia



Os teus cabelos cacheados 
Embaraçaram meus sentidos; 
De resistir me vi cansado 
E me entreguei ao teu fascínio. 
Pelo teu canto encantado 
Me veio um triste vaticínio: 
Irei morrer de ser amado, 
O amor será meu assassino.


sábado, 25 de dezembro de 2010

Estou bem



Estou bem, 
Ao que tudo indica, 
E a primeira impressão é a que fica. 
Se é verdade, não sei; 
Mas saber complica. 
Como tão bem fiquei 
Ninguém me explica, 
Porém meu coração já deu a dica: 
O amor me incita 
A estar bem.


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