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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Esquindô



Não sei se o dia vai morrer de dor. 
Será que o céu vai devolver a cor 
Que o fim da tarde sempre esconde 
E faz sumir no horizonte? 
E o som do bonde 
Ao seu adeus responde. 
E ao meu olá, talvez.

Será que a noite vai querer dormir? 
Não sei se a lua vai querer sair, 
Que a noite é uma criança grande 
E quer brincar de pique-esconde. 
E não sei onde 
O seu adeus ecoa. 
E o meu olá, de boa.


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Afundando



Na solidão do meu quarto 
No parto de ideias tristes 
Lamento meu despreparo 
Face a tudo que existe 
E perco o precioso tempo 
Envolto em mil suicídios 
E acordo do pesadelo 
Com corda, cacos de vidro 
E viro pro outro lado 
Secando o suor de sangue 
E durmo mal embalado 
Afogado em meio ao mangue.

 

sábado, 27 de setembro de 2014

Me aguente



Copiar o amor dos poemas dos outros;
Seria tão pouco, pra não dizer nada.
Imitar cada gesto duma cena de amor;
Eu não sou bom ator, imagine a piada.

Me fazer Pierrot, de você, Colombina;
Carnaval não me anima, você deve saber.
Nem em cavalo branco chegarei montado;
Mas não chego atrasado, você sabe o porquê.

Tenho minhas manias e tiques e taques;
Talvez eu tenha TOC, mas que mal isso tem.
Se amar é o que vale, isso pode ser feito;
Só que tenho meu jeito, não imito ninguém.

Sei que estou te amando, é verdade, não minto;
Eu sei bem o que sinto, mas te custa entender
Que com tudo o que tenho em meu juízo pouco,
Meu amor é tão louco quanto eu posso ser.

Acredite ou não, esse amor é sincero;
Nada em troca eu espero, tudo bem se der ruim.
Mas se todo esse amor não é suficiente,
Meu amor, me aguente, não desista de mim.


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