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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A todo tempo



Não queria que o tempo parasse...
Queria que ele andasse mais devagar,
Para aproveitarmos cada segundo,
Para estarmos juntos por mais um instante,
Para vivermos intensamente este momento.

Mas se o tempo não é tão lento,
Não menos veloz é o pensamento;
E, mesmo distante, é em você que penso.
Passa o tempo...
Mas você não me sai do pensamento.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Exagerado



Que sou exagerado,
você pode pensar.
Mas todo este carinho
É só um pedacinho
Do que quero te dar.

domingo, 23 de novembro de 2008

Realidade alternativa



Já nem sei o que é real:
Meu universo paralelo é tão presente,
Que só a ele me dedico
E do mundo fico ausente.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Navegar é preciso



Corta a corda,
E deixa o barco ir;
Não há o que temer:
É tempo de zarpar,
Fazer-se ao alto mar.
Que mais podes querer?

Abraça a liberdade,
Enfrenta cada vaga;
Vai-te com o vento
E, indo mar adentro,
Afoga tuas mágoas.

domingo, 16 de novembro de 2008

A gênese



Hoje brinquei no corredor do CEFET; disse que deveria escrever um livro. Afinal, já cheguei aos 23, vi muita coisa, vivi muita coisa, sofri muita coisa, fui muita coisa, tanta coisa, cada coisa...

Bem, eu não saberia o que colocar num livro; nem me acho um escritor, talvez nem aspirante eu seja. Não sinto estilo nessas linhas, sei que erro a pontuação, acredito que não sei articular bem as palavras, não sei expressar bem as idéias. Eu devia era ler um livro, seria mais útil pra mim. Mas escrever um desabafo das minhas mágoas, um poema dos meus amores, um conto dos meus sonhos, uma crônica das minhas memórias, escrever algo que me liberte da omissão da informação, da falta de cumplicidade, da incapacidade de dividir meus sonhos... seria uma terapia.

Ainda sou o mesmo menino medroso e chorão, o mesmo guri tímido beirando a bisonhice. Aos 23 anos, não sei andar de bicicleta na frente de muitas pessoas (perco o equilíbrio), não sei nadar que me salve de um afogamento, não consigo tocar violão na frente da turma, não deixo de ficar ruborizado diante de quem amo, não consigo evitar o sorriso amarelo (se bem que sou amarelo), às vezes tropeço nas palavras, sinto falta de ar ao tentar me expressar diante de uma turma nova (como aconteceu no início do segundo semestre); ainda sou o menino que segura na barra da saia da mãe.

Sinceramente, os parágrafos anteriores estão ridículos. Acho melhor parar por aqui. Um dia, quem sabe, poderei voltar a escrever, quando souber de que assunto tratar.


Eis um verdadeiro "texto perdido". Achei-o em meio aos meus arquivos; foi escrito numa sexta-feira, 31/08/2007.

Sete meses depois (em 01/04/2008) eu iniciei o blog, e hoje (um ano depois) publico este "texto perdido".

O texto "Covardia" (primeiro a ser postado por aqui) é de 14/11/2007, sendo produto da "revolução" iniciada em agosto do mesmo ano.

Ainda lembro do dia em que "brinquei no corredor do CEFET".

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O Salto



Eu queria saber, sei lá... entender o que se passa na minha mente; mas tudo parece tão confuso e imprevisível...
A gente pode tentar sair dessa, fazer uma "atualização geral", colocar as coisas no lugar, ter a caixola organizada...
Só ouço esse zumbido infernal, tudo é turvo e há uma sensação estranha de "não pode ser!"; será que estou preso em um pesadêlo...?
É... chegou a minha vez. Vou pular, nem sei no que vai dar; mas se cheguei até aqui, não tenho porque voltar.
Estou no ar. Tudo o que ouço agora é o som do vento, que passa apressado. Em queda livre, sigo em direção ao solo, mas ainda estou distante.
Agora estou na altura certa, hora do segundo passo... Feito! É só esperar para tocar no solo e acabar com esse sofrimento.
Aterrissagem perfeita! Foi demais, para um cara que tem medo de altura e salta de pára-quedas pela primeira vez.

sábado, 8 de novembro de 2008

Tristeza



Se ainda existem cores aqui,
São apenas o restolho desbotado
Da minha alegria que se foi.
Pois a tristeza que chega é cinza,
Pesada como chumbo
E dura como concreto.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Quadro a quadro



Braços que abraçam
Laços que embaraçam
Corpos que se tocam
Mundos que se chocam
Lábios que se beijam
Cismas que se deixam
Vidas que se unem
Amores que se assumem.

domingo, 2 de novembro de 2008

Não há em mim



Não há em mim
A vontade de ser o que não sei,
A vontade de ter o que neguei,
A vontade de não ser de você.

Não há em mim
O querer te esquecer, porque eu sei
Que de todo amor com que sonhei,
O que mais quis viver foi com você.

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