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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Amor de cinema



Não reclamo da ilusão;
Foi bom enquanto durou.
Apreciei cada instante,
Ainda que as nuvens fossem de algodão
E o mar fosse de plástico,
O sol fosse um holofote
E o nosso amor, tão fantástico
Que só poderia estar num telão.
Pena que acabou a sessão.

6 comentários:

Lilian Dalledone disse...

Ai, amei!!

Não importa se é ilusão, bom mesmo é ser feliz!
Depois... ah, depois a gente vê!

Vicmendon disse...

cara
fez pra mim, foi?
asdhusdauhdsauhsdauh
Perfeito x)

Isaac Marinho disse...

Respondendo...

Pois é...
Vivendo e aprendendo.

Olá, Lilian!

"Há certas ilusões vividas que são sonhos 'semi-realizados'" (I.M.).
"Não se pode chorar sobre tudo. Algo de bom aconteceu, comemore; 'o resto é resto'" (I.M.). (Estou aprendendo...)

Muito obrigado por comentar.
Volte sempre!

Um abraço.


Fiz pra mim!
Mas fica para a posteridade...

Oi, Victor!

É apenas mais uma forma de interpretar os fatos. Estou aprendendo a enxergar a vida por esse ângulo. "Nem tudo são flores, mas nem tudo são espinhos também" (I.M.).

Obrigado por comentar.

Um abraço.

Lizzie disse...

E há quem viva a vida inteira com amores de cinema...


Beijocas
Lindo domingo!
www.lizziepohlmann.com

Isaac Marinho disse...

Sim, há...
Mas se você for olhar somente pelo "lado ruim", a vida vira uma desilusão só.
De cada coisa da vida, colha o que há de bom. Mesmo os "amores de cinema" deixam algo de bom.

Lindo domingo pra você também.

Um abraço.

Vicmendon disse...

cara
fez pra mim, foi?
asdhusdauhdsauhsdauh
Perfeito x)

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