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terça-feira, 18 de maio de 2010

Camisa de força



Não sei onde deixei a camisa, 
Mas não sinto um pingo de frio. 
Na verdade eu sinto mais brio, 
Posso até me banhar em um rio 
Ou morrer de abraçar uma brisa.

Não sei onde deixei a camisa, 
Mas não estou tão desprotegido. 
Eu me sinto mais forte, mais vivo. 
Se é assim, da camisa me privo, 
Quero mais é viver minha vida.

Não sei onde deixei a camisa 
E nem quero saber dela agora. 
Se alguém a trouxer, jogo fora. 
Quem daquela camisa precisa?

Não sei onde deixei a camisa 
E não faço questão de saber, 
Pois sem ela consigo viver; 
Nunca mais usarei tal camisa.


3 comentários:

Isabella Nucci disse...

Vc escreve muito bem!! Acho que esta é uma das melhores poesias que li, até agora :)
Parabéns, poeta!

Isaac Marinho disse...

Às vezes eu acerto... =)

Fico feliz em saber que apreciou este poema. Se você me chama de poeta eu vou acabar acreditando que sou... =D

Há momentos que me inspiram e há outros nos quais eu tento escrever. De uma maneira ou de outra, coloco aqui o que posso.

Entre as dezenas de posts que já publiquei há um ou outro "texto perdido" que vale a pena ler. Mas para mim valeu (e vale) a pena publicar cada um deles.

Obrigado por mais esta visita e pelo comentário.

Volte sempre.

Abraços.

Isaac Marinho disse...

Às vezes eu acerto... =)

Fico feliz em saber que apreciou este poema. Se você me chama de poeta eu vou acabar acreditando que sou... =D

Há momentos que me inspiram e há outros nos quais eu tento escrever. De uma maneira ou de outra, coloco aqui o que posso.

Entre as dezenas de posts que já publiquei há um ou outro "texto perdido" que vale a pena ler. Mas para mim valeu (e vale) a pena publicar cada um deles.

Obrigado por mais esta visita e pelo comentário.

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